sexta-feira, 13 de abril de 2012


Festa da Penha 2012

Este ano Atafona completará 390 anos de fundação!!!!



As Festas Religiosas de São João da Barra são Tradições. Em 1622 já iniciavam as tradições religiosas com o povoamento de Lourenço do Espírito Santo, entre elas a Festa de Nossa Senhora da Penha, padroeira de Atafona e dos pescadores.  






Programação:


DIA 12 DE ABRIL (quinta-feira)


18h - Chegada do quadro de Nossa Senhora da Penha


19h - Início do Tríduo Sagrado



Santa Missa Celebrada pelo Pe. Gustavo Ribeiro dos Santos


20h - Abertura do Memorial da Padroeira 2012-04-12 


DIA 13 DE ABRIL (sexta-feira)


18h30 - Oração do Terço dos homens



19h - Segundo dia do Tríduo Sagrado



Santa Missa celebrada pelo Pe. Gustavo Ribeiro dos Santos

 22h- Argentino e Banda




DIA 14 DE ABRIL (sábado)


10h - Curso para Batismo

19h - Terceiro dia do Tríduo
 Santa Missa celebrada pelo Revmo. Bispo Emérito D. Roberto Gomes Guimarães e concelebrada pelo Pe. Gustavo Ribeiro dos Santos

16h- o grupo Swing Muleke agita a Tarde do Pagode. 

 22h- A cantora Alcione. Logo após, a banda Delloreon com  agitos dos anos 70/90.


DIA 15 DE ABRIL (domingo)


Dia da Divina Misericórdia



9h30 - Santa Missa da Divina Misericórdia celebrada pelo Pe. Gustavo Ribeiro dos Santos



11h - Batizados



15h - Saída da Procissão Fluvial, onde a imagem de Nossa Senhora da Penha será transladada até o Bairro da Baixada de onde sairá para visitar as Ilhas do Pessanha e Convivência (São Francisco de Itabapoana-RJ).



15h - Terço da Divina Misericórdia



17h30 - Chegada da Procissão fluvial, Coroação de Nossa Senhora e bênção das embarcações e pescadores dada pelas mãos do Pe. Gustavo Ribeiro dos Santos.



20h - Tradicional leilão

22h-  A dupla Gian e Giovani.  Em seguida  Fabrício e Banda . 


DIA 16 DE ABRIL (segunda-feira)


6h - Alvorada Festiva pelo grande dia dedicado a nossa Rainha e Padroeira Nossa Senhora da Penha, realizada pela Banda União dos Operários e devotos.



10h - Solene Missa Campal, celebrada pelo Rvmo. Bispo Diocesano D.Roberto Francisco Ferrería Paz, Concelebrada pelo Pe. Gustavo Ribeiro dos Santos, em Ação de Graças pelo grande dia dedicado a Nossa Senhora da Penha.



11h30 - Batizados



17h - Solene e Tradicional Procissão Terrestre, percorrendo as principais vias públicas de Atafona, acompanhada pelos acordes da Banda União dos Operários e de todo povo devoto.



20h - Grandiosa queima de fogos no Porto da Penha



20h30 - Cerimônia de Coroação de Nossa Senhora da Penha. Tema: “Bem aventurada é a Mãe do meu senhor.”



21h30- Show Religioso com o Ministério Adoração e Vida - Walmir Alencar


segunda-feira, 2 de abril de 2012


História da Páscoa


As origens do termo  

A Páscoa é uma das datas comemorativas mais importantes entre as culturas ocidentais. A origem desta comemoração remonta muitos séculos atrás. O termo “Páscoa” tem uma origem religiosa que vem do latim Pascae. Na Grécia Antiga, este termo também é encontrado como Paska. Porém sua origem mais remota é entre os hebreus, onde aparece o termo Pesach, cujo significado é passagem. 

Entre as civilizações antigas  

Historiadores encontraram informações que levam a concluir que uma festa de passagem era comemorada entre povos europeus há milhares de anos atrás. Principalmente na região do Mediterrâneo, algumas sociedades, entre elas a grega, festejavam a passagem do inverno para a primavera, durante o mês de março. Geralmente, esta festa era realizada na primeira lua cheia da época das flores. Entre os povos da antiguidade, o fim do inverno e o começo da primavera era de extrema importância, pois estava ligado a maiores chances de sobrevivência em função do rigoroso inverno que castigava a Europa, dificultando a produção de alimentos.

A Páscoa Judaica

Entre os judeus, esta data assume um significado muito importante, pois marca o êxodo deste povo do Egito, por volta de 1250 a.C, onde foram aprisionados pelos faraós durantes vários anos. Esta história encontra-se no Velho Testamento da Bíblia, no livro Êxodo. A Páscoa Judaica também está relacionada com a passagem dos hebreus pelo Mar Vermelho, onde liderados por Moises, fugiram do Egito.
Nesta data, os judeus fazem e comem o matzá (pão sem fermento) para lembrar a rápida fuga do Egito, quando não sobrou tempo para fermentar o pão.  

A Páscoa entre os cristãos

Entre os primeiros cristãos, esta data celebrava a ressurreição de Jesus Cristo (quando, após a morte, sua alma voltou a se unir ao seu corpo). O festejo era realizado no domingo seguinte a lua cheia posterior al equinócio da Primavera (21 de março).
Entre os cristãos, a semana anterior à Páscoa é considerada como Semana Santa. Esta semana tem início no Domingo de Ramos que marca a entrada de Jesus na cidade de Jerusalém  

A História do coelhinho da Páscoa e os ovos  



A figura do coelho está simbolicamente relacionada à esta data comemorativa, pois este animal representa a fertilidade. O coelho se reproduz rapidamente e em grandes quantidades. Entre os povos da antiguidade, a fertilidade era sinônimo de preservação da espécie e melhores condições de vida, numa época onde o índice de mortalidade era altíssimo. No Egito Antigo, por exemplo, o coelho representava o nascimento e a esperança de novas vidas.
Mas o que a reprodução tem a ver com os significados religiosos da Páscoa? Tanto no significado judeu quanto no cristão, esta data relaciona-se com a esperança de uma vida nova. Já os ovos de Páscoa (de chocolate, enfeites, jóias), também estão neste contexto da fertilidade e da vida.
A figura do coelho da Páscoa foi trazido para a América pelos imigrantes alemães, entre o final do século XVII e início do XVIII.


terça-feira, 13 de março de 2012


Historiadores pra quê?

À luz do debate que sacode o campo de história nos Estados Unidos sobre a função social dos historiadores, Keila Grinberg contrapõe, em sua coluna de março no site da Revista Ciência Hoje, as expectativas do graduando em história no Brasil e a realidade que ele encontra depois de formado. A reflexão sugere um novo direcionamento profissional nos curso de pós-graduação na área. Em outubro de 2011, Anthony Grafton, presidente da Assoicação Americana de História, e Jum Grossman, diretor-executivo da entidade, escreveram o artigo "No more plan B", (Não mais plano B, em tradução livre), defendendo as chamadas carreiras alternativas para os recém-doutores. A discussão promete.  Para ler a coluna de Keila Grinberg na íntegra acesse: http://cienciahoje.uol.com.br/colunas/em-tempo/historiadores-pra-que


sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

O melhor carnaval do interior do Estado do Rio de Janeiro!!!!!!!!

São João da Barra- 2012


           

 Chinês




Congos













quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

02 DE FEVEREIRO É DIA DE IEMANJÁ

SALVE A RAINHA DO MAR.



São João da Barra comemora com muita festa Nossa Senhora dos Navegantes, a protetora dos pescadores.


Igreja Nossa Senhora dos Navegantes em São João da Barra- RJ



sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Dia da Consciência Negra

Esta data foi estabelecida pelo projeto lei número 10.639, no dia 9 de janeiro de 2003. Foi escolhida a data de 20 de novembro, pois foi neste dia, no ano de 1695, que morreu Zumbi, líder do Quilombo dos Palmares.


História do Dia Nacional da Consciência Negra

dia da consciência negra
Zumbi dos Palmares: um herói brasileiro


A homenagem a Zumbi foi mais do que justa, pois este personagem histórico representou a luta do negro contra a escravidão, no período do Brasil Colonial. Ele morreu em combate, defendendo seu povo e sua comunidade. Os quilombos representavam uma resistência ao sistema escravista e também um forma coletiva de manutenção da cultura africana aqui no Brasil. Zumbi lutou até a morte por esta cultura e pela liberdade do seu povo.

Importância da Data

A criação desta data foi importante, pois serve como um momento de conscientização e reflexão sobre a importância da cultura e do povo africano na formação da cultura nacional. Os negros africanos colaboraram muito, durante nossa história, nos aspectos políticos, sociais, gastronômicos e religiosos de nosso país. É um dia que devemos comemorar nas escolas, nos espaços culturais e em outros locais, valorizando a cultura afro-brasileira. 
A abolição da escravatura, de forma oficial, só veio em 1888. Porém, os negros sempre resistiram e lutaram contra a opressão e as injustiças advindas da escravidão. 
Vale dizer também que sempre ocorreu uma valorização dos personagens históricos de cor branca. Como se a história do Brasil tivesse sido construída somente pelos europeus e seus descendentes. Imperadores, navegadores, bandeirantes, líderes militares entre outros foram sempre considerados hérois nacionais. Agora temos a valorização de um líder negro em nossa história e, esperamos, que em breve outros personagens históricos de origem africana sejam valorizados por nosso povo e por nossa história. Passos importantes estão sendo tomados neste sentido, pois nas escolas brasileiras já é obrigatória a inclusão de disciplinas e conteúdos que visam estudar a história da África e a cultura afro-brasileira.

Fonte: Sua Pesquisa.com

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Proclamação da República no Brasil


A Proclamação da República (15/11/1889)



Introdução 

No final da década de 1880, a monarquia brasileira estava numa situação de crise, pois representava uma forma de governo que não correspondia mais às mudanças sociais em processo. Fazia-se necessário a implantação de uma nova forma de governo, que fosse capaz de fazer o país progredir e avançar nas questões políticas, econômicas e sociais.

Crise da Monarquia 

A crise do sistema monárquico brasileiro pode ser explicada através de algumas questões:
- Interferência de D.Pedro II nos assuntos religiosos, provocando um descontentamento na Igreja Católica;
- Críticas feitas por integrantes do Exército Brasileiro, que não aprovavam a corrupção existente na corte. Além disso, os militares estavam descontentes com a proibição, imposta pela Monarquia, pela qual os oficiais do Exército não podiam se manifestar na imprensa sem uma prévia autorização do Ministro da Guerra;
- A classe média (funcionário públicos, profissionais liberais, jornalistas, estudantes, artistas, comerciantes) estava crescendo nos grandes centros urbanos e desejava mais liberdade e maior participação nos assuntos políticos do país. Identificada com os ideais republicanos, esta classe social passou a apoiar o fim do império;
- Falta de apoio dos proprietários rurais, principalmente dos cafeicultores do Oeste Paulista, que desejavam obter maior poder político, já que tinham grande poder econômico;
Diante das pressões citadas, da falta de apoio popular e das constantes críticas que partiam de vários setores sociais, o imperador e seu governo, encontravam-se enfraquecidos e frágeis. Doente, D.Pedro II estava cada vez mais afastado das decisões políticas do país. Enquanto isso, o movimento republicano ganhava força no Brasil.

A Proclamação da República 

No dia 15 de novembro de 1889, o Marechal Deodoro da Fonseca, com o apoio dos republicanos, demitiu o Conselho de Ministros e seu presidente. Na noite deste mesmo dia, o marechal assinou o manifesto proclamando a República no Brasil e instalando um governo provisório.
Após 67 anos, a monarquia chegava ao fim. No dia 18 de novembro, D.Pedro II e a família imperial partiam rumo à Europa. Tinha início a República Brasileira com o Marechal Deodoro da Fonseca assumindo provisoriamente o posto de presidente do Brasil. A partir de então, o pais seria governado por um presidente escolhido pelo povo através das eleições. Foi um grande avanço rumo a consolidação da democracia no Brasil.

Fonte: Sua Pesquisa.com

terça-feira, 1 de novembro de 2011


5 de novembro é o
 Dia Nacional da Cultura Brasileira

“É pela cultura que o nosso país se revela como uma sociedade original,
 plural. (…) Não há desenvolvimento pleno sem desenvolvimento cultural.”







CULTURA E DIVERSIDADE

   O Brasil é um país cuja principal marca cultural é a mistura. Desde o começo de sua história, o país foi marcado pela presença de diferentes povos e culturas, fazendo com que sua formação tivesse grande diversidade e mistura. Aqui viviam povos indígenas, em tribos, com uma cultura guerreira, muito ligada à natureza; em 1500 chegaram os colonizadores portugueses, que trouxeram para cá a cultura européia, com uma forte influência moura. O uso do negro africano como escravo na colônia, trouxe ainda novas crenças, falas e costumes, que as poucos foram se misturando e integrando a cultura local.
   Posteriormente, com o fim da escravidão, diversos outros povos ainda vieram para o país, como italianos, japoneses e alemães, cada um acrescentando ao Brasil um novo detalhe cultural.
Com toda essa miscigenação de povos e culturas, não é de se estranhar que o Brasil tenha na sua língua, costumes, religiões e manifestações culturais traços únicos, que podem se assemelhar a outras culturas do mundo , mas que sempre tem seus detalhes particulares.
A Língua
  Apesar de aqui se falar o Português, Brasil e Portugal possuem algumas diferenças entre suas línguas. O português brasileiro traz a essência de Portugal, mas incorporou termos da fala das tribos indígenas e dos povos africanos.
   No início do período colonial, o número de índios era muito maior que o de portugueses, por isso, a língua Tupinamba, indígena, era a mais usada e dela derivou a língua geral, que era aqui usado até o início do século XVII. Quando os portugueses começaram efetivamente a ocupar o território brasileiro, o português passou a ser língua mais usada, mas já incorporando algumas palavras indígenas. Com o início do tráfico negreiro, detalhes das línguas africanas começaram a se misturar ao português.
  Hoje em dia, o português brasileiro é muito diferente do de Portugal e possui diversas alterações regionais, como o caipira (das regiões interioranas), o carioca (do Rio de Janeiro), o mineiro (de Minas Gerais), o gaúcho (do Rio Grande do Sul) e outros.
   Entre as palavras herdadas do tupi, destacam-se os nomes de pessoas, como Araci, Iara, nome de estados e formações naturais, como Ceará e Ipanaema, algumas doenças como catapora, e substantivos ligados à natureza, como mandioca e urupema.
Religião
   O Brasil é marcado por uma grande diversidade de religiões, assim como pela liberdade de escolha e pela tolerância. A maior parte da população, 60%, é católica, uma das maiores heranças de Portugal. Mas muitas outras religiões se manifestam por aqui. Mais recentemente, começou a se manifestar no país o espiritismo, e hoje o Brasil concentra o maior número de espíritas do Mundo. O protestantismo também possui muito espaço aqui, sendo a segunda religião em adeptos; caracteriza-se pela livre interpretação da bíblia e pela grande variedade de denominações e grupos.
  Também estão muito presentes as religiões afro-brasileiras, formadas por religiões trazidas da África pelos escravos e também pelo sincretismo de religiões. O candomblé é um exemplo, com cultos, cantos e danças sobreviventes da África Ocidental. Há também a Unbanda, um misto de candomblé, com catolicismo e espiritismo.
  Existem ainda manifestações de muitas outras religiões, vindas dos mais diversos lugares do mundo, como o islamismo, o judaísmo, o neopaganismo ou o mormonismo.
Arte
  Durante os primeiros séculos de colônia, a arte no Brasil estava intimamente ligada à portuguesa, com os movimentos artísticos europeus, como o renascimento, maneirismo, barroco, rococó e neoclassicismo.
  Mas mesmo neste período uns toques típicos da cultura que aqui se formavam já se manifestavam, um exemplo são as esculturas de Aleijadinho nas igrejas de Minas Gerais ou os anjos negros nas pinturas de Manuel da Costa Ataíde.
  No início do século XIX, as artes começam a ser ensinadas academicamente, e cada vez mais características nacionais, e nacionalistas, foram incorporadas, tendo como principal manifestação o romantismo, que exaltava as terras e o povo brasileiro.
  Até o século XX, as artes brasileiras acompanharam as correntes européias, colocando um pouco do Brasil nelas, passando assim pelo realismo, naturalismo, simbolismo e parnasianismo, e criando grandes nomes na literatura, na pintura, na música, na escultura.
  No século XX a arte no país renovou-se completamente, com o movimento Modernista, que quis criar uma arte genuinamente brasileira, buscando sua fonte na cultura popular. Esse movimento foi marcado pela Semana de Arte Moderna de 1922, quando seus principais trabalhos foram exibidos. Os artistas desta fase, como Villa Lobos, Tarsila do Amaral, Anita Malfatti e Di Cavalcante, são ainda grandes nomes da cultura brasileira.



  É claro que não se pode esquecer-se da cultura popular do país e de toda a arte que produz, seja na literatura, com histórias e contos folclóricos de origem indígenas; seja nas artes plásticas, com trabalhos em cerâmica; ou seja na música e na dança, onde deixa seus principais traços, criando ritmos e festivais únicos, como a bossa nova, o samba e o carnaval.

Fonte: www.fea.usp.br